eu não disse que o pão de queijo é mais barato aqui. na verdade, ele também custa $2,50. D:
mas é uma delícia, viu
domingo, 12 de dezembro de 2010
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Oh, no.
Hohoho, meus poderes de adivinhação são poderosos -wth
Ah!, sorte tua! Eu fico imaginando o que mais é barato aí.. porque o nosso pão de queijo também é 2,50. Facada.
Ah!, sorte tua! Eu fico imaginando o que mais é barato aí.. porque o nosso pão de queijo também é 2,50. Facada.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Too late
essa semana tem palestra com a direção do MST. ô boca, hein
aqui o bolo é mais barato.
(na verdade eu não sei, porque eu só compro pão de queijo)
aqui o bolo é mais barato.
(na verdade eu não sei, porque eu só compro pão de queijo)
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Ready, set, stop.
Uia, militantes na Fabico, que punk. Te cuida pra ficar de fora do MST.
Nha, não vou passar pro dark side, pro yellow side ou pro rainbow-wonder side. Eles têm bolo de chocolate onde eu tô- e, cá entre nós, dois e cinqüenta por uma fatia é uma das maiores facadas da humanidade.
Nha, não vou passar pro dark side, pro yellow side ou pro rainbow-wonder side. Eles têm bolo de chocolate onde eu tô- e, cá entre nós, dois e cinqüenta por uma fatia é uma das maiores facadas da humanidade.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
vê é igual a lambda vezes éfe
não tem decoreba, mas em compensação a minha cabeça funde tentando entender todas as aulas (leia-se teorias da imagem, comunicação e cultura, ética [cuja professora não dá aula sobre ética, e sim sobre Lula, reforma agrária e todas esses temas meio PSTU]). comunicação não é esse moranguinho todo não, but i like it.
como assim? come to the dark side. ainda dá tempo.
and we got candy.
Mimimi
Sorte tua. Acho que a tua faculdade não tem muita decoreba [?] Espero que não tenha mesmo.
Tô torcendo por ti (Y), já que eu tive a infelicidade de não te seguir pra um curso desse. Just my luck.
Tô torcendo por ti (Y), já que eu tive a infelicidade de não te seguir pra um curso desse. Just my luck.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
sei lá
eu sinto falta do cursinho, sim. mas a minha faculdade linda não tem macetes pra me fazer decorar fórmulas de física. aliás, morram todas. não preciso mais de vocês.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
er
Agora acabou a folga. Em menos de uma semana já tenho páginas e páginas de xerox pra tirar/ler/amassar/tocar fogo.
domingo, 1 de agosto de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Incerteza
Eu já não posso dizer que odeio a UFRGS: ainda não entrei lá.
Mas também quero o Unificado.
Mas também quero o Unificado.
terça-feira, 20 de abril de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
nostalgia
Eu não queria ser dramática, mas eu sinto falta dos meus colegas fúteis, das conversas agradáveis e divertidas que eu tinha com uns poucos professores e dos intervalos que eu passei filando Club Social e Coca-Cola dos meus amigos, e jogando stop.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Extraclass
Sexta-feira. 19:30. A aula havia terminado, e todos pareciam desesperados para voltar para casa e começar o fim de semana oficialmente. Menos Anya.
Shaw não entendia o porquê daquilo. Ela sempre era a última a guardar o material e a sair da sala. Suas amigas sempre a apressavam, mas ela arranjava alguma desculpa e ficava enrolando. "Não acho minha borracha" ou "Tenho que organizar essas folhas para que elas não amassem". O professor não dava muita atenção a isso, julgando que fosse assim todos os dias, e não só em Geografia. Mas ela parecia ter arranjado uma bela desculpa naquele dia, até porque sua demora já começava a irritar o professor.
- Camarada Anastacia?
Ela sobressaltou-se e ergueu a cabeça, abrindo um sorriso um tanto quanto perturbador ao encará-lo.
- Sim, professor?
- Algo errado?
- ... Professor?
Ele suspirou.
- O que você perdeu desta vez? Um lápis, o caderno, talvez a noção do tempo?
- Ah. - ela deu uma risada ao baixar a cabeça e fechar o zíper da mochila. - Não.. Não perdi nada, professor. Na verdade, ainda não encontrei algo. - ela o encarou séria.
- En-encontrou, não encontrou o quê? - Shaw estufou o peito e apoiou-se na mesa atrás dele; por algum motivo bizarro, suas pernas começaram a tremer.
- Coragem pra fazer uma pergunta sobre a matéria. - a garota voltou a sorrir, o que causou em Shaw uma sensação bastante estranha e desconfortável da qual ele conseguiu se recuperar rapidamente.
- Bem. – ele conseguiu esboçar o que na mente dele era um sorriso convincente. – É preciso coragem para fazer o vestibular com dúvidas, isso sim. Vamos, camarada Anastacia. Pergunte.
- É.. – ela mordeu o lábio. – É que.. A.. pergunta.. não é.. não é.. exatamente sobre a matéria.
- Então é sobre algo relacionado à matéria, suponho? – Shaw cruzou os braços e sentou em sua mesa, balançando uma perna ao sentir que retomava o controle da situação.
- É sobre o senhor.
Shaw quase caiu mentalmente da mesa, mas foi capaz de permanecer no lugar enquanto tentava pensar no que dizer. Sobre ele? Talvez algo sobre sua carreira profissional? E se ela estivesse pensando em seguir a mesma profissão? Quem sabe.. É lógico que a pergunta seria inocente. Então por que ele se sentia uma presa indefesa sob o olhar insistente da garota?
- Bem. – ele repetiu, agora procurando uma forma de escapar daquela situação. – Se não estou enganado, já contei à turma sobre minha formação acadêmica e creio q..
- Não quero saber sobre sua formação acadêmica, professor. Até porque me lembro de cada palavra dessa história. – Anya não tirava os olhos de Shaw, nem mesmo quando se levantou e começou a andar na direção dele.
- Camarada Anastacia, são quase oito horas e acho que devíamos concluir nossa conversa em outro dia.
- Professor, prometo ser breve. – ela continuava andando em sua direção e agora Shaw temia sair correndo, achando que ela correria atrás dele.
- Camarada Anastacia, está ficando tarde, não quero que seus pais se preocupem. É melhor você ir embora. De fato, é melhor eu ir andando.. – Shaw tentou se esgueirar até a porta, mas Anya foi mais rápida. Agora ela estava tão perto que Shaw pôde notar que tons de verde mesclavam com a cor avelã de sua íris. Os braços da garota o cercavam e ele não via jeito de escapar dali.
- Professor, pra que tanta pressa? - seu sorriso brincalhão ganhou um ar de malícia. - Tem alguém o esperando em casa?
- O quê? Não, eu só.. - Shaw olhava para os lados, beirando o desespero. Essa garota não vai embora? E se alguém entrar na sala? - Camarada Anastacia, eu realmente acho que devíamos..
- Se não há ninguém o esperando - ela fingiu não o ouvir. -, que tal terminarmos nossa conversa agora mesmo, hã?
- Camarada Anastacia, por favor, seus pais devem estar preocupados.
- Eles estão acostumados com meus atrasos.
- Camarada Anastacia, a escola já está fechando por hoje, vamos embora..
- O senhor está tentando fugir de mim? - Anya inclinou-se sobre ele, obrigando-o a curvar-se para trás.
- Fugir de você? Que idéia, camarada Anastacia, que idéia.. - Shaw suava frio. - Já chega, está tard..
Ela segurou seu braço suavemente quando ele tentou escapar. O cérebro de Shaw ainda tentava processar como aquele ser humano tão frágil e delicado a sua frente conseguia causar tanto transtorno nele.
- Camarada Anastacia, por favor.. - Shaw tentava desviar seu olhar da garota.
- Professor..
- Falo sério, camarada Anastacia, temos de ir..
- Professor.
- Imagine se a diretora nos encontra aqui. O que ela pensaria disso, camarada Anastacia?
- Professor! - ele parou de falar bem a tempo de notar que a distância antes quase inexistente entre eles começava a desaparecer. - É só.. Anya.
Shaw não entendia o porquê daquilo. Ela sempre era a última a guardar o material e a sair da sala. Suas amigas sempre a apressavam, mas ela arranjava alguma desculpa e ficava enrolando. "Não acho minha borracha" ou "Tenho que organizar essas folhas para que elas não amassem". O professor não dava muita atenção a isso, julgando que fosse assim todos os dias, e não só em Geografia. Mas ela parecia ter arranjado uma bela desculpa naquele dia, até porque sua demora já começava a irritar o professor.
- Camarada Anastacia?
Ela sobressaltou-se e ergueu a cabeça, abrindo um sorriso um tanto quanto perturbador ao encará-lo.
- Sim, professor?
- Algo errado?
- ... Professor?
Ele suspirou.
- O que você perdeu desta vez? Um lápis, o caderno, talvez a noção do tempo?
- Ah. - ela deu uma risada ao baixar a cabeça e fechar o zíper da mochila. - Não.. Não perdi nada, professor. Na verdade, ainda não encontrei algo. - ela o encarou séria.
- En-encontrou, não encontrou o quê? - Shaw estufou o peito e apoiou-se na mesa atrás dele; por algum motivo bizarro, suas pernas começaram a tremer.
- Coragem pra fazer uma pergunta sobre a matéria. - a garota voltou a sorrir, o que causou em Shaw uma sensação bastante estranha e desconfortável da qual ele conseguiu se recuperar rapidamente.
- Bem. – ele conseguiu esboçar o que na mente dele era um sorriso convincente. – É preciso coragem para fazer o vestibular com dúvidas, isso sim. Vamos, camarada Anastacia. Pergunte.
- É.. – ela mordeu o lábio. – É que.. A.. pergunta.. não é.. não é.. exatamente sobre a matéria.
- Então é sobre algo relacionado à matéria, suponho? – Shaw cruzou os braços e sentou em sua mesa, balançando uma perna ao sentir que retomava o controle da situação.
- É sobre o senhor.
Shaw quase caiu mentalmente da mesa, mas foi capaz de permanecer no lugar enquanto tentava pensar no que dizer. Sobre ele? Talvez algo sobre sua carreira profissional? E se ela estivesse pensando em seguir a mesma profissão? Quem sabe.. É lógico que a pergunta seria inocente. Então por que ele se sentia uma presa indefesa sob o olhar insistente da garota?
- Bem. – ele repetiu, agora procurando uma forma de escapar daquela situação. – Se não estou enganado, já contei à turma sobre minha formação acadêmica e creio q..
- Não quero saber sobre sua formação acadêmica, professor. Até porque me lembro de cada palavra dessa história. – Anya não tirava os olhos de Shaw, nem mesmo quando se levantou e começou a andar na direção dele.
- Camarada Anastacia, são quase oito horas e acho que devíamos concluir nossa conversa em outro dia.
- Professor, prometo ser breve. – ela continuava andando em sua direção e agora Shaw temia sair correndo, achando que ela correria atrás dele.
- Camarada Anastacia, está ficando tarde, não quero que seus pais se preocupem. É melhor você ir embora. De fato, é melhor eu ir andando.. – Shaw tentou se esgueirar até a porta, mas Anya foi mais rápida. Agora ela estava tão perto que Shaw pôde notar que tons de verde mesclavam com a cor avelã de sua íris. Os braços da garota o cercavam e ele não via jeito de escapar dali.
- Professor, pra que tanta pressa? - seu sorriso brincalhão ganhou um ar de malícia. - Tem alguém o esperando em casa?
- O quê? Não, eu só.. - Shaw olhava para os lados, beirando o desespero. Essa garota não vai embora? E se alguém entrar na sala? - Camarada Anastacia, eu realmente acho que devíamos..
- Se não há ninguém o esperando - ela fingiu não o ouvir. -, que tal terminarmos nossa conversa agora mesmo, hã?
- Camarada Anastacia, por favor, seus pais devem estar preocupados.
- Eles estão acostumados com meus atrasos.
- Camarada Anastacia, a escola já está fechando por hoje, vamos embora..
- O senhor está tentando fugir de mim? - Anya inclinou-se sobre ele, obrigando-o a curvar-se para trás.
- Fugir de você? Que idéia, camarada Anastacia, que idéia.. - Shaw suava frio. - Já chega, está tard..
Ela segurou seu braço suavemente quando ele tentou escapar. O cérebro de Shaw ainda tentava processar como aquele ser humano tão frágil e delicado a sua frente conseguia causar tanto transtorno nele.
- Camarada Anastacia, por favor.. - Shaw tentava desviar seu olhar da garota.
- Professor..
- Falo sério, camarada Anastacia, temos de ir..
- Professor.
- Imagine se a diretora nos encontra aqui. O que ela pensaria disso, camarada Anastacia?
- Professor! - ele parou de falar bem a tempo de notar que a distância antes quase inexistente entre eles começava a desaparecer. - É só.. Anya.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Quem sabe em Pasárgada.
Dedicado a Jubi-talvez-saiba-quem.
Eu não consigo tirar meus olhos de você.
Não consigo evitar; é mais forte do que eu.
Fico com medo de você perceber, e com mais medo ainda se você notar.
Mas não consigo. Não posso.
Como poderia?, se até Machado de Assis elogiou seus braços. Claro que ele se referiu a uma mulher, para não ter problemas para o lado dele.
Ah, esses braços que eu tanto quero chamar de estes. Imagino o quão bom seria tê-los a minha volta, bem forte e tão reconfortante.
E seus olhos, que me encaram como se eu tivesse algo bom a dizer. A silenciosa e azul expectativa em relação a meus planos, desconhecidos por você.
Somos jovens e fazemos planos. Deveríamos é viver, sem a pretensão de que podemos controlar nosso futuro. Acredito em livre arbítrio, e você? O destino que pretendo moldar para mim cruza o seu.
Eu não consigo tirar meus olhos de você.
Não consigo evitar; é mais forte do que eu.
Fico com medo de você perceber, e com mais medo ainda se você notar.
Mas não consigo. Não posso.
Como poderia?, se até Machado de Assis elogiou seus braços. Claro que ele se referiu a uma mulher, para não ter problemas para o lado dele.
Ah, esses braços que eu tanto quero chamar de estes. Imagino o quão bom seria tê-los a minha volta, bem forte e tão reconfortante.
E seus olhos, que me encaram como se eu tivesse algo bom a dizer. A silenciosa e azul expectativa em relação a meus planos, desconhecidos por você.
Somos jovens e fazemos planos. Deveríamos é viver, sem a pretensão de que podemos controlar nosso futuro. Acredito em livre arbítrio, e você? O destino que pretendo moldar para mim cruza o seu.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Oi.
Jubi.
Tu, que lê todas as minhas histórias non sense e sabe quais nomes eu já usei, me diz um nome masculino, pelamordemerlin, antes que eu escreva Castiel por todo o texto.
Tu, que lê todas as minhas histórias non sense e sabe quais nomes eu já usei, me diz um nome masculino, pelamordemerlin, antes que eu escreva Castiel por todo o texto.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Eeeee.. acabou!
Então. A Jubi fica falando no meu blog que eu escrevo sobre minhas "paixões unificadenses" ou algo assim, e eu achei aquilo um verdadeiro absurdo -n
Aaaaí, eu resolvi escrever algo pra dar nos dedos dela e postar aqui.
Pena que eu ainda não sei bem o que é. Mas os mantenho informados. (Y)
Aaaaí, eu resolvi escrever algo pra dar nos dedos dela e postar aqui.
Pena que eu ainda não sei bem o que é. Mas os mantenho informados. (Y)
sábado, 9 de janeiro de 2010
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